quarta-feira, 10 de março de 2010

MÉTODOS DE TRATAMENTO DO Cancro do Colo do Útero

Olá!

As mulheres com cancro do colo do útero podem ser tratadas através de cirurgia, radioterapia, quimioterapia, radioterapia com quimioterapia ou uma combinação dos três métodos.
Em qualquer estadio da doença, as mulheres com cancro do colo do útero podem ser medicadas no sentido de controlar a dor e outros sintomas, para aliviar os efeitos secundários dos tratamentos e para atenuar problemas práticos e emocionais. Este tipo de tratamento é designado por cuidados de suporte, gestão dos sintomas ou cuidados paliativos.
Poderá, também, querer falar com o seu médico sobre a possível participação num ensaio clínico, um estudo de investigação de novos métodos de tratamento.


A cirurgia trata o cancro localmente, no colo do útero e na área adjacente ao tumor.
A maioria das mulheres com cancro do colo do útero precoce é submetida a cirurgia para remover o colo do útero e o útero (histerectomia total).



Contudo, em estadios de evolução muito precoces (estadio 0) de cancro do colo do útero, pode não ser necessário realizar uma histerectomia. Entre outras formas de excisão do tecido cancerígeno contam-se a biópsia core, a criocirurgia, a cirurgia laser ou LEEP.
Algumas mulheres necessitam de efectuar uma histerectomia radical. Na histerectomia radical é removido o útero, o colo do útero e parte da vagina. Tanto na histerectomia total como na histerectomia radical, podem remover-se as trompas de Falópio e os ovários. A este procedimento dá-se o nome de salpingo-ooforectomia.
É ainda possível remover os gânglios linfáticos adjacentes ao tumor, para determinar se contêm células cancerígenas. Se tal acontecer, a doença poderá ter-se disseminado para outras regiões do organismo.

A radioterapia (terapia por radiação) utiliza raios de alta energia para matar as células cancerígenas, afectando apenas as células da região tratada.
As doentes podem ser submetidas a radioterapia, radioterapia com quimioterapia ou quimioterapia com cirurgia. Para um pequeno número de mulheres que não possam ser submetidas a cirurgia por motivos clínicos, o médico pode sugerir a radioterapia como alternativa à cirurgia. A maioria das mulheres com cancro disseminado é submetida a radioterapia com quimioterapia. Para cancros que atingiram órgãos distantes, apenas a radioterapia é eficaz.

Para tratar o cancro do colo do útero os médicos utilizam dois tipos de radioterapia:

- Radiação externa: a radiação é aplicada com um aparelho de grande dimensão que dirige a radiação para a área do tumor. A maioria das pessoas que recebe radiação externa é tratada 5 dias por semana durante 5 a 7 semanas, em regime de ambulatório.
- Radiação interna (radioterapia intracavitária): os implantes (constituídos por uns tubos finos) são colocados na vagina, durante algumas horas ou até 3 dias; estes contêm uma substância radioactiva. Durante este tratamento, o doente fica hospitalizado alguns dias. Para proteger as outras pessoas da exposição à radiação, os doentes não podem ter visitas ou só podem tê-las durante um curto período de tempo, enquanto o implante estiver aplicado. Uma vez removido o implante, não fica qualquer radioactividade no organismo. A radiação interna pode ser repetida duas ou mais vezes, durante várias semanas.

Bem, e esta semana foi este o assunto que lhe trouxe, como tratar o cancro do colo do útero.

Até para a semana!

Andreia

segunda-feira, 8 de março de 2010

Métodos de Tratamento - Imunoterapia

Olá!

Aqui estou mais uma vez, e como sempre irei dar sequência ao que foi dito na semana passada.
Hoje irei falar-vos da Imunoterapia.

A Imunoterapia ou Terapia Biológica recorre á capacidade natural do nosso organismo para combater o cancro, através do sistema imunitário, ou seja consiste no melhoramento das defesas naturais do organismo contra o cancro. É administrado por injecção numa veia.
Envolve a utilização de anticorpos monoclonais.

Os anticorpos monoclonais são produzidos em laboratório para reconhecer especificamente marcadores proteicos especiais na superfície de algumas células cancerosas. A seguir, o anticorpo monoclonal “fecha-se” sobre essa proteína. Essa acção ou desencadeia um processo de autodestruição da célula ou sinaliza o sistema imune do corpo para atacar e destruir a célula cancerosa.

Por hoje é tudo, espero que tenha ajudado!
Até para a semanha.

Jé

sexta-feira, 5 de março de 2010

Fármaco da sanofi-aventis melhora sobrevida no cancro da próstata

Olá a todos! Hoje encontrei um anúncio, sobre o cancro da próstata, achei muito interessante...
A sanofi-aventis anunciou na quarta-feira que os dados de um estudo de fase III demonstraram que o seu fármaco experimental cabazitaxel melhorou significativamente a sobrevida global e a sobrevida livre de progressão em doentes com cancro da próstata metastático hormono-refractário, cuja doença progrediu após tratamento com quimioterapia, avança o site FirstWord.
Para o estudo randomizado denominado TROPIC, os investigadores seleccionaram 755 homens com cancro de próstata avançado a tomar o fármaco Taxotere® (docetaxel) da farmacêutica para receberem uma combinação de cabazitaxel e prednisona ou mitoxantrone e prednisona.
Após um ano, o cabazitaxel foi associado a 30% menor risco de morte. Os dados mostraram que o grupo a tomar cabazitaxel teve uma sobrevida mediana de 15,1 meses, comparado com os 12,7 meses entre o grupo a tomar mitoxantrone.
O investigador Oliver Sartor disse que "o cabazitaxel demonstrou uma melhoria inequívoca na sobrevida global", acrescentando que "se aprovado, o fármaco irá definir um novo padrão para a terapia do cancro de próstata". Os resultados completos do estudo serão apresentados sexta-feira no Genitourinary Cancers Symposium.
A sanofi-aventis também está a testar o fármaco, cujo nome comercial planeado é Jevtana®, para o tratamento de uma série de outros tumores.

É muito bom que haja estes fármacos, para melhorar a qualidade de vida dos doentes...

Por esta semana é tudo! Gostava de dizer a todos os nossos visitantes, que esta semana está exposto um cartaz logo na entrada da escola, sobre o cancro da mama, visto que no dia 8 de Março se celebra o dia da mulher...

abraços!!
Tiago

quarta-feira, 3 de março de 2010

Cancro é a segunda causa de morte em Portugal

Olá!

Será que todos os portugueses têm noção do impacte do cancro na nossa sociedade?
Pois, é este o tema que vos trago esta semana.

A verdade é que o cancro é a segunda causa de morte no nosso país, estando em primeiro lugar as doenças cardiovasculares.

Isto , porque em 2003 o cancro vitimou 22,711 portugueses, sendo, por isso, a segunda causa de morte em Portugal, segundo dados apresentados no 6º Congresso Nacional de Enfermagem Oncológica, por Maria José Bento, do IPO Porto.
Mais de 22 mil portugueses morreram de cancro em 2003. Os dados foram apresentados no VI Congresso Nacional de Enfermagem Oncológica, que decorreu em Oliveira de Azeméis, organizado pela Sociedade Portuguesa de Enfermagem Oncológica (SPEO) e que assenta numa temática transversal aos cuidados em oncologia, desde a prevenção até ao tratamento.
A principal causa de morte por cancro é o cancro colorrectal, que representa 14 por cento do total destas mortes.
O cancro do pulmão surge logo a seguir, com 13,9 %, seguido pelo do estômago, com 11%, e pelo da mama, com sete por cento.`
É de salientar que o cancro do pulmão é o que mais afecta os homens (19 por cento), enquanto o da mama atinge mais a mulher (17 %).
Segundo os dados elaborados pelo Instituto Nacional de Estatística, os distritos que apresentam a maior taxa de mortalidade por cancro são Beja, Setúbal, Lisboa, Porto e Viana do Castelo.
De acordo com um comunicado da SPEO, «as taxas de cancro podem aumentar cerca de 20% até 2020, cabendo à enfermagem oncológica um papel primordial no tratamento do cancro e fundamentalmente, na prevenção».

Para ficar elucidado, visulize o vídeo relativo ao Cancro da mama em Portugal.

http://www.youtube.com/watch?v=PzsDDWwhRtw

Boa semana!

Andreia
TJHA

segunda-feira, 1 de março de 2010

Métodos de Tratamento - Quimioterapia

Olá!
Como já devem ter reparado, hoje irei falar sobre os diversos métodos de tratamento que uma pessoa com leucemia pode realizar.

 
Existem vários tipos de tratamentos, tais como a quimioterapia, imunoterapia, radioterapia, transplante de medula óssea ou ainda uma conjunção entre vários tratamentos, a sua aplicação irá depender do tipo e da extenção da doença.

 
Quimioterapia:
A quimioterapia consiste na utilização de fármacos, para eliminar células tumorais. Dependendo do tipo de leucemia podem ser administrados um ou mais fármacos associados.
Pode-se fazer quimioterapia de várias formas:

  • Administração Oral: em comprimidos;
  • Administração endovenosa: através de uma injecção dada directamente na veia;
  • Através de um cateter: colocação de um tubo fino e flexível numa grande veia, geralmente na zona superior do peito, este método evita a necessidade de muitas injecções, que podem causar desconforto e danificar as veias e pele da pessoa;
  • Através de uma injecção administrada directamente no liquido cefalo-raquidiano: se forem detectadas células cancerígenas neste líquido, o médico poderá querer fazer quimioterapia intratecal, neste caso os fármacos são administrados directamente no liquido cefalo-raquidiano.


A quimioterapia é, na maioria das vezes, administrada por ciclos repetidos de acordo com uma regularidade especifica. O tratamento pode ser realizado durante um ou mais dias existindo depois um período de descanso para recuperação, o qual pode ser de vários dias ou até semanas, antes da próxima sessão de tratamento.

 
É possível fazer quimioterapia no hospital, no consultório médico ou até em casa, ou seja não ficam internadas, no entanto, pode ser necessário ficar no hospital, em regime de internamento durante o período de quimioterapia.

 

 
Por hoje é tudo, até para a semana!
Jé!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Haverá alterações celulares benignas e pré-malignas na próstata?

Olá a todos e sejam bem-vindos ao nosso blogue!
Tal como diz o título, vou-vos falar o que pode acontecer na próstata do homem.
Para que possa ser feito o diagnóstico de um cancro, é necessário fazer uma biópsia, ou seja, recolher uma amostra do tumor e proceder à sua análise; só a análise do tecido tumoral - estudo anatomopatológico - permite determinar e concluir se a lesão corresponde, ou não, a cancro.

Existem diferentes tipos de alterações benignas das células, entre as quais a hiperplasia que, na próstata, é frequente depois dos 50 anos.
A hiperplasia corresponde ao aumento do número de células, que se dividem mais rapidamente do que o habitual, no tecido de uma área específica.
A hiperplasia benigna da próstata (HBP) corresponde ao crescimento anormal de células prostáticas benignas. Nesses casos, a próstata aumenta de volume e exerce pressão contra a uretra e bexiga, interferindo com o fluxo normal de urina.

A HBP é um problema muito comum, embora seja benigno. A maioria dos homens, com mais de 50 anos, apresentam sintomas de HBP. Para alguns homens, os sintomas tornam-se tão graves que necessitam de tratamento.
Muitos médicos acreditam que o cancro da próstata pode começar com uma lesão pré-cancerosa, chamada neoplasia intraepitelial prostática (PIN); nesta situação, as células da próstata apresentam algumas alterações, mas ainda não são invasivas. A PIN pode ser de baixo grau, se as células ainda são quase normais, ou de alto grau, se as células já têm muitas alterações. Os doentes que têm PIN de alto grau têm cerca de 20% de probabilidade de ter cancro e, por isso, devem ter uma vigilância médica apertada; se necessário, devem repetir a biópsia, especialmente nos casos em que a biópsia inicial não tinha amostras de todas as partes da próstata.
Pode, também, aparecer na biópsia, a chamada pequena proliferação acinar atípica (ASAP) ou simplesmente "atípia". Nestes casos, a probabilidade de haver cancro é de aproximadamente 40 a 50%. Muitos médicos recomendam a repetição da biópsia a curto prazo.
Outra situação que pode encontrar-se na biópsia


peço desculpa por este video estar em brasileiro, mas são estas as condições! espero que percebam este video!!

Até para a semana!
TJHA!!!
Tiago

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Olá a todos da novo!


Bem esta semana vou falar-vos um pouco mais sobre o cancro da pele. Anteriormente, falei de como se podia prevenir um dos tipos de cancro da pele - melanoma. Agora, vou abordar com mais incidência nos outros dois tipos de cancro da pele que existem, o seu diagnóstico e o tratamento.


Para começar os 2 tipos de cancro da pele mais frequentes são:

  • Basalioma ou carcinoma baso-celular;
  • Carcinoma espinocelular ou pavimento-celular.

O carcionoma baso-celular é o tipo de cancro cutâneo mais frequente e atinge as pessoas de pele mais clara que se expõem regularmente ao sol. Pode manifestar-se sob a forma de um nódulo rosado e brilhante, de crescimento lento ou de uma ferida superficial, que surge sem causa aparente e que não revela tendência para a cura espontânea.


O carcionoma espinocelular e é o segundo mais frequente. Atinge igualmente os grupos profissionais que estão permanentemente expostos ao sol, mas de grupos etários mais avançados que no caso do basalioma. Na maior parte dos casos surge sobre as chamadas queratoses solares ou actínicas, mas também pode originar-se a partir de cicatrizes, pós-queimadura, úlceras e fístulas crónicas ou em pessoas que estiveram muito tempo em contacto com agentes carcinogénicos.

Todavia, quando diagnosticado e tratado a tempo tem elevadas probabilidades de cura.
Para terminar, espero que visualizem o vídeo para que fiquem mais elucidados.



http://www.youtube.com/watch?v=ae9g2zevphQ

Bom resto de semana e até Quarta...!

Beijinhos, Andreia